Tal como a contracapa afirma, "este guia propõe uma descoberta do património de parques e jardins de Lisboa, e uma viagem botânica a todos os continentes sem sair da cidade. São mais de 120 espécies de plantas referidas nos textos e assinaladas nos mapas dos parques e jardins, incluindo árvores que são autênticos monumentos vivos, para além de muitas curiosidades interessantes. Uma selecção de 51 parques e jardins, incluindo três jardins botânicos, acompanhados de mapas graficamente apelativos e fichas com informações úteis. Uma imensa colecção de cenários e paisagens, ambiências, recantos, vistas e formas para desfrutar. A história também está presente, a enquadrar cada parque e jardim, guardando ainda muitas histórias para contar. Mais de 300 fotografias estão reunidas nesta obra, ilustrando perspectivas, pormenores e ambientes. Foram também seleccionados seis geomonumentos da cidade. (...)".
Guia de Parques, Jardins e Geomonumentos de Lisboa
Tal como a contracapa afirma, "este guia propõe uma descoberta do património de parques e jardins de Lisboa, e uma viagem botânica a todos os continentes sem sair da cidade. São mais de 120 espécies de plantas referidas nos textos e assinaladas nos mapas dos parques e jardins, incluindo árvores que são autênticos monumentos vivos, para além de muitas curiosidades interessantes. Uma selecção de 51 parques e jardins, incluindo três jardins botânicos, acompanhados de mapas graficamente apelativos e fichas com informações úteis. Uma imensa colecção de cenários e paisagens, ambiências, recantos, vistas e formas para desfrutar. A história também está presente, a enquadrar cada parque e jardim, guardando ainda muitas histórias para contar. Mais de 300 fotografias estão reunidas nesta obra, ilustrando perspectivas, pormenores e ambientes. Foram também seleccionados seis geomonumentos da cidade. (...)".
Presentes
Kalmia latifolia L.
Arbusto perene que cresce até aos 3-9m de altura. Folhas 3-12 cm de comprimento e 1-4 cm de largura. Flores em forma de estrela, de vermelho a branco passando por todos os tons de rosa e pontilhadas de rosa intenso, ocorrendo em grupos. Floresce entre Maio e Junho. Raizes fibrosas em emaranhados densos. Todas as partes da planta são venenosas.Planta referenciada em 1624 e traziada da América do Norte para a Europa no séc. XVIII, pelas suas características ornamentais. Actualmente tem inumeras variedades desenvolvidas nos Estados Unidos por viveiristas com variação da intensidade dos ponteados até à formação de bandas; tonalidade rosa geral da flor e formas nanicantes do arbusto. Prefere solos levemente ácidos e luz filtrada por folhagem.
O nome do género foi dado por Lineu em honra do Professor Pehr Kalm que enviou exemplares a a este e observou esta espécie em vários estados americanos: Pensilvânia, Nova-Jersey e Nova-Iorque, aparecendo frequentemente nas encostas de colinas, por vezes em bosques. Afirmou que "floresciam mais nas vertentes norte das colinas, especialmente onde fossem intersectadas por ribeiros"; acrescenta que, "quando todas as outras árvores perderam os seus ornamentos estas espécies davam vida aos bosques pela verdura da sua folhagem e que por volta de Maio, estava coberta com uma profusão de flores de beleza sem rival."
descrições de Pehr Kalm traduzidas e adaptado de http://chestofbooks.com/
Kalmia latifolia L.
Evergreen shrub growing to 3-9 m tall. Leaves are 3-12 cm long and 1-4 cm wide. Flowers are star-shaped, ranging from red to pink to white and dotted in crimson pink, occurring in clusters . It blooms between May and June. Roots are fibrous, matted. All parts of the plant are poisonous.
Plant referenced in 1624 and brought to Europe from North America in the 18th century, for its ornamental features. There are numerous cultivars developed in the United States by nurserymans with variation of the intensity of the spots, forming bands; general pink tone of the flower and nana forms of the shrub. It prefers sligthly acidic soils and broken sunlight.
Genus name given by Linnaeus in honor of Professor Pehr Kalm who sended samples to him and observed this species in various provinces of the United States, as Pensylvania, New-Jersey, and New-York, growing most commonly on the sides of hills, sometimes in woods. He stated that "it flourished most on the northern sides of the hills, especially where they were intersected by rivulets"; he observes, that "when all the other trees had lost their ornaments, this enlivened the woods by the verdure of its foliage, and that about the month of May, it was covered with a profusion of blossoms of unrivalled beauty."
observations of Pehr Kalm transcripted and adaptation from http://chestofbooks.com/
Coincidências?
Ao completar o primeiro ano de visitas regulares a Monserrate, apercebi-me que assisti a um ciclo completo. Os Metrosideros robusta estão de novo a florir, apenas ligeiramente adiantados. Ao vê-los achei estar a assistir ao fim de um ciclo que se fechou.
Fui procurar fotos de Metrosideros robusta e tive que reescrever este post. Gosto particularmente de fazer montagens fotográficas dos antes e depois, e já reparei que quando tiro uma fotografia a uma planta procuro aquele que é o ângulo que transmite melhor o que quero mostrar. Frequentemente é apenas um. Por isso já aconteceu ter disparado uma foto ao passar por um Dicksonia squarosa numa das minhas primeiras visitas ainda sem saber o que via. Quando fui propositadamente à sua procura meses mais tarde, tirei uma foto desse mesmo exemplar, pensando que era a primeira vez que o via. De facto era a primeira vez que o via sabendo o que estava a ver. Quando assim é, a minha memória não esquece o que vê. Depois de uma observação cuidada e de dar uma volta completa ao exemplar escolhi exactamente o mesmo ângulo da foto meses antes, como viria a descobrir mais tarde quando andei a escolher fotos desta espécie. Não fiquei espantado por ter repetido acidentamente uma foto de um ângulo semelhante. A foto da esquerda foi tirada a 3Mp e a da direita a 5Mp. Fotos tiradas à tarde, com o mesmo enquadramento de forma não intencional enquanto passeava algures no relvado principal, com a mesma luz, no mesmo dia do ano só que com 365 dias de intervalo entre si. As semelhanças são notáveis.
Entre uma e outra, vi algumas florações que não acontecem todos os anos como as dos Doryanthes palmeri. Outras como as das Furcraea parmentieri são literalmente terminais, tanto no sentido de ocorrerem no terminus (no ápice em vez de ser nas axilas) como no sentido de após esta floração o exemplar morre, produzindo sementes e possivelmente afilhando na base, gerando novos indivíduos ou clones, respectivamente. Assim há manutenção da espécie. Mas só ao chegarem a um ano meteorologicamente apto decidem, como em secreto acordo, iniciar o irreversível processo de floração.
Outras como o elusivo e surpreendente Asplenium hemionotis, espécie autóctone a que ouvi chamar asplenio-de-folha-de-hera tantas vezes, foi-me mostrado por um novo amigo. Num sítio em que passei muitas vezes ao lado e que nunca tinha ido, e logo uma colónia inteira desta espécie tão rara.
As coincidências muito raramente o são. A coincidência do meu aniversário com o primeiro ano de visitas regulares é consequência de escolher ir para lá nesse dia do ano. Talvez o facto, de neste dia ter encontrado sozinho uma espécie cujo nome nunca tinha lido nas antigas listas de espécies; que nunca tinha ouvido falar; que nunca tinha visto, não o seja também. Certamente não fui o primeiro a vê-la florir sobre aquele caminho centenário. Mas foi como um grande segredo que ainda ninguém me tinha contado. Será coincidência, no dia em que me ocorreu já ter visto tudo, ver algo completamente inesperado num sítio onde tinha passado inúmeras vezes? Um arbusto velho e nobre que ainda nem tinha merecido uma etiqueta entre as dezenas de milhares já colocadas. Uma Kalmia latifolia!
Agora sei que nunca irei ver todas as espécies que lá existem. Sei também que sempre que voltar haverá algo que já lá estava e nunca tinha visto. Gosto de estar por lá, em Monserrate, e pode ser apenas uma coincidência ter descoberto a Kalmia latifolia hoje mas pareceu-me que Monserrate gosta de me ter por lá, também.
Fui procurar fotos de Metrosideros robusta e tive que reescrever este post. Gosto particularmente de fazer montagens fotográficas dos antes e depois, e já reparei que quando tiro uma fotografia a uma planta procuro aquele que é o ângulo que transmite melhor o que quero mostrar. Frequentemente é apenas um. Por isso já aconteceu ter disparado uma foto ao passar por um Dicksonia squarosa numa das minhas primeiras visitas ainda sem saber o que via. Quando fui propositadamente à sua procura meses mais tarde, tirei uma foto desse mesmo exemplar, pensando que era a primeira vez que o via. De facto era a primeira vez que o via sabendo o que estava a ver. Quando assim é, a minha memória não esquece o que vê. Depois de uma observação cuidada e de dar uma volta completa ao exemplar escolhi exactamente o mesmo ângulo da foto meses antes, como viria a descobrir mais tarde quando andei a escolher fotos desta espécie. Não fiquei espantado por ter repetido acidentamente uma foto de um ângulo semelhante. A foto da esquerda foi tirada a 3Mp e a da direita a 5Mp. Fotos tiradas à tarde, com o mesmo enquadramento de forma não intencional enquanto passeava algures no relvado principal, com a mesma luz, no mesmo dia do ano só que com 365 dias de intervalo entre si. As semelhanças são notáveis.
Entre uma e outra, vi algumas florações que não acontecem todos os anos como as dos Doryanthes palmeri. Outras como as das Furcraea parmentieri são literalmente terminais, tanto no sentido de ocorrerem no terminus (no ápice em vez de ser nas axilas) como no sentido de após esta floração o exemplar morre, produzindo sementes e possivelmente afilhando na base, gerando novos indivíduos ou clones, respectivamente. Assim há manutenção da espécie. Mas só ao chegarem a um ano meteorologicamente apto decidem, como em secreto acordo, iniciar o irreversível processo de floração.
Outras como o elusivo e surpreendente Asplenium hemionotis, espécie autóctone a que ouvi chamar asplenio-de-folha-de-hera tantas vezes, foi-me mostrado por um novo amigo. Num sítio em que passei muitas vezes ao lado e que nunca tinha ido, e logo uma colónia inteira desta espécie tão rara.
As coincidências muito raramente o são. A coincidência do meu aniversário com o primeiro ano de visitas regulares é consequência de escolher ir para lá nesse dia do ano. Talvez o facto, de neste dia ter encontrado sozinho uma espécie cujo nome nunca tinha lido nas antigas listas de espécies; que nunca tinha ouvido falar; que nunca tinha visto, não o seja também. Certamente não fui o primeiro a vê-la florir sobre aquele caminho centenário. Mas foi como um grande segredo que ainda ninguém me tinha contado. Será coincidência, no dia em que me ocorreu já ter visto tudo, ver algo completamente inesperado num sítio onde tinha passado inúmeras vezes? Um arbusto velho e nobre que ainda nem tinha merecido uma etiqueta entre as dezenas de milhares já colocadas. Uma Kalmia latifolia!Agora sei que nunca irei ver todas as espécies que lá existem. Sei também que sempre que voltar haverá algo que já lá estava e nunca tinha visto. Gosto de estar por lá, em Monserrate, e pode ser apenas uma coincidência ter descoberto a Kalmia latifolia hoje mas pareceu-me que Monserrate gosta de me ter por lá, também.
Rosa chinensis "Viridiflora"
La Rose Vert. Descoberta na China por altura de 1833. A roseira que mais floresce entre todas, tem uma flor composta por brácteas castanhas e verdes todas emaranhadas! Uma curiosidade que tem lugar nos locais excêntricos do jardim e na composição de ramos.in Rosas Antigas e Silvestres de Eléonore Cruse.
Três exemplares foram colocados em Maio de 2009 em Monserrate, no Antigo Roseiral pela Associação dos Amigos de Monserrate.
Provenientes dos viveiros de Peter Beales: http://www.classicroses.co.uk/
Rosa chinensis "Viridiflora"
La Rose Vert. Discovered in China around 1833. The shrub rose that flowers the most among every other, it has a flower made of brown and green bracteas all tied up. A curiosity that has place in the most excentric spots of the garden and in flower arrangements.
translated from Rosas Antigas e Silvestres by Eléonore Cruse
Three specimens were placed in May 2009 at Monserrate, in the Antigo Roseiral by the Friends of Monserrate Association.
Provinance from Peter Beales nurserys: http://www.classicroses.co.uk/
Rosa "Mme Hardy"
A rosa "Mme Hardy" é uma Rosa Damasco. Tem botões vermelhos pois a página inferior das pétalas externas é encarnada, sendo internamente brancas tal como são integralmente as pétalas internas. As flores em forma de taça apresentam-se plantas e quadripartidas. A folhagem verde escura. As suas flores fragrantes surgem durante 3-4 semanas no verão.Considerada por muitos como a mais bela antiga rosa branca de floração veranil do Mundo. Foi criada em 1832 pelo Monsieur Alexander Hardy, roseirista e Director dos Jardins Luxemburgo em Paris. Nomeou a rosa em homenagem à sua mulher, de seu nome de solteira Felicite Parmentier.
Alguns dados traduzidos de: http://www.rose-gardening-made-easy.com/
Rosa "Mme Hardy"
"Mme Hardy" rose, a Damask Rose. It has red buds in consequence of the verse of the exterior petals being red, but white on the upper face as well as the hole of the inner petals. Slightly cupped blooms open flat and quartered, with dark green foliage. It displays its fragrant flowers for about 3-4 weeks in summer.
Many consider this rose to be the most beautiful, old garden summer-flowering white rose in the World. Created in 1832 by Monsieur Alexander Hardy, rose breeder and Director of the Luxemburg Gardens in Paris. He named this rose after his wife, who was Felicite Parmentier, before her marriage.
Some data from: http://www.rose-gardening-made-easy.com/
Doryanthes palmeri W.Hill ex Benth.
Herbácea grande que cresce em rosetas. Folhas glabras, lanceoladas com 3 m de comprimento e 20 cm de largura. Inflorescência até 5 m de comprimento, com folhas até 30 cm de comprimento; cabeça floral até 120 cm de comprimento, com até 350 flores. Flores vermelhas ou castanho-avermelhadas, 6-12 cm de diametro, viradas para cima ou ligeiramente para os lados. Fruto ovóide com 7-9 cm de comprimento, as sementes têm 15-22 mm de comprimento. As flores ocorrem no fim do verão até ao outono.Ocorre no sudeste de Queensland e no nordeste de New South Wales em afloramentos rochosos, expostos e em solos inférteis ou rochosos. Surge nas banda de vegetação ao longo do topo das arribas ou em socalcos nas vertentes rochosas, em charnecas de montanha próximas da floresta subtropical, floresta temperada ou eucaliptal húmido.
Os exemplares de Monserrate florescem em simultâneo em anos particulares como 2008, sendo certamente regulados pela variação meteorológica de ano para ano.
Traduzido e adaptado de: http://www.threatenedspecies.environment.nsw.gov.au
Doryanthes palmeri W.Hill ex Benth.
Giant Spear Lily
Large herbaceous plant that grows in a rosette. Leaves are hairless, sword–shaped, 3 m long and 20 cm wide. Flowering stalk up to 5 m high, bearing shorter leaves to 30 cm long, flower head up to 120 cm long bearing up to 350 flowers. Flowers are red or reddish–brown, 6–12 cm long, and upright to slightly spreading. The fruit is egg-shaped and 7–9 cm long, seeds are 15–22 mm long. Flowers occur in late summer to autumn.
Giant Spear Lily occurs in southeast Queensland and northeast New South Wales on exposed rocky outcrops on infertile soils or on bare rock. It grows in a narrow band of vegetation along the cliff-tops and on steep cliff-faces or rocky ledges in montane heath next to subtropical rainforest, warm temperate rainforest or wet eucalypt forest.
The specimens at Monserrate produce the flower stalks simultaneously in specific years like 2008, being regulated by the meteorologic variations from year to year.
Adapted by from: http://www.threatenedspecies.environment.nsw.gov.au
Magnolia figo(Lour.) DC. var. figo
(= Liriodendron figo Lour.)(= Magnolia fuscata Andrews)
(= Michelia fasciata (Adrews) Vent.)
(= Michelia fuscata (Andrews) Blume)
(= Liriopsis fuscata (Andrews) Spach)
Arbusto ou pequena árvore policaule, densa, erecta, persistente. De copa arredondada. Atinge uma altura de 3 a 3,5m, tende a ser menor se em boa exposição solar. Folhas 10 x 4cm acuminadas, verdes-escuras a verde-claras, pubescentes na página inferior, lustrosas na página superior. Raminhos muito pubescentes que os tornam castanhos. Flores fragrantes com cheiro que varia entre banana e vinho do Porto, com 4cm de diâmetro, amarelo-claro com rebordo e nervura central castanho-avermelhado no exterior e o interior nesta última. Tronco castanho-acinzentado.
Usado geralmente como arbusto isolado pode ser usado em vasos grandes. Pode ser conduzido para se tornar uma pequena árvore como no caso do espécime de Monserrate. Prefere solos bem drenados, orgânicos e acídicos com humidade. Cresce bem em pleno sol ou numa posição ensombrada. As plantas à sombra crescem mais alto que as em posição exposta, tornando o exemplar de Monserrate de particular nota pelas suas dimensões. Desenvolvem uma flecha sem necessidade de grande poda formativa. É bastante resistente ao ambiente urbano.
Magnolia figo (Lour.) DC. var. figo
Dense, upright, evergreen shrub or small, multi-trunk tree with a rounded canopy. It attains a height of 3 to 3,5m. Leaves 10 x 4 cm acuminate, dark-green to light green with brown hairs on the underside, lustrous on the upperside. Brown hairs cover the green twigs so densely that appear to be brown. Flower fragrant, smelling from banana to Port wine with 4cm of diameter, light-yellow with edge and main nerve in reddish-maroon and in this colour on the inside. Trunk is grayish-brown color.
Generally used as isolated shrub it might be used in a large container. It can be trained into a small tree like in the case of the specimen of Monserrate. Prefers a well-drained, acid and organic humid soils. It grows well in full sun or a mostly shaded location. Shaded plants grow taller than sunny positions making the Monserrate's specimen particularly notable by it's stature. Plants develop a central leader with little formative pruning required. It is quite urban tolerant.
Rosa "Souvenir de Mme Leonie Viennot"
(Gloire de Dijon x planta desconhecida)Criada em Lyon, França, em 1897 por Alexandre Bernaix e lançada no mercado no ano seguinte.
Madame Léonie Viennot foi a mulher de um pequeno viveirista, com créditos de apenas uma rosa em seu nome, um híbrido perpétuo, Marechal Vaillant, que produziu em colaboração com Jamain em 1861. Alexandre Bernaix, reconheceu M Viennot dando a uma rosa o nome de sua mulher, um elogio frequente.
Souvenir de Mme Leonie Viennot, é uma rosa noisette de chá trepadora. Tem muito longa duração, vigorosa e saudavel. As suas flores são rosa intenso com subtons de amarelo pálido e cobre, e docemente fragrante a chá. Tem pétalas grandes, de forma livre, com muitas pétalas. É uma das primeiras a florir na primavera, e repete esporadicamente até ao outono, florindo mais intensa e menos prolongadamente em pleno sol. A sua folhagem é frequentemente grande, abundante, de verde médio, alongada e acuminada, muito típica dos híbridos de chá.
Rosa "Souvenir de Mme Leonie Viennot"
(Gloire de Dijon x unknown seedling)
Raised at Lyon, France, in 1897 by Alexandre Bernaix and released in the next year.
Madame Léonie Viennot was the wife of a small breeder, with only one rose credited to his name, a hybrid perpetual, Maréchal Vaillant, which he produced in collaboration with Jamain in 1861. Alexandre Bernaix, acknowledged M. Viennot by naming a rose after his wife, a common compliment.
Souvenir de Mme Leonie Viennot, is a climbing noisette Tea rose. She is very long lived, vigorous and healthy. The blooms are rich pink with undertones of primrose yellow and copper, and docemente fragrante a chá. It has large loosely shaped blooms, with many petals. She is one of the first to flower in spring and repeats sporadically until autumn, flowering more heavily and less prolongly in full sun. It's foliage is often large, plentiful, mid-dark green, long and pointed, very much that of a Tea.
Textos complementado com dados de: / Texts complemented with data from:
http://www.rosarosam.com/
http://www.cfgphoto.com/
Subscrever:
Mensagens (Atom)

